Altos e Baixos no Vídeo Show ao vivo


No ar há anos, o “Vídeo show” é, por excelência, voltado para o baú da TV. O lado bom é o próprio baú, cheio 
de achados e memórias deliciosas. Mas havia uma contrapartida: o fato de que o programa estava parado há um tempão, cumprindo a única função de reserva nostálgica eletrônica. Faltava criatividade e ousadia. 
Fazer o “Vídeo show” ao vivo é, portanto, uma ideia que desafia a própria natureza de uma atração que se 
alimenta de nostalgia. E, só por isso, corajosa. Mas, de novo, a um preço. O time de apresentadores é irregular.

André Marques, mais experiente que os outros, se destaca. Geovanna Tominaga, Fiorella Mattheis e Luigi Baricelli estão mais inseguros. Pode ser que cheguem lá e o fato de o programa estar mais ágil possibilita os ajustes mais rápidos. Falta fazer mais reportagens ao vivo que não sejam dentro do Projac. É bom também evitar as que são visivelmente armadas, como a “surpresa” de aniversário para Stênio 
Garcia essa semana. O telespectador não acredita e fica infantilizante. Já o “Vídeo game” ganhou um novo 
cenário, bonito, e ter anônimos competindo é positivo, o público se sente “convidado” e representado. 
Movimentar o programa faz lembrar que ele possui possibilidades inexploradas, e por isso ainda tem fôlego 
de sobra. Mesmo assim, o melhor do “Vídeo show” ainda é a su vocação para a memória. Por exemplo, uma reportagem sobre os humorísticos com imagens de “Faça humor, não faça guerra”, “Balança mas não cai” e outros, acaba sempre roubando a cena.

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